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quinta-feira, 7 de março de 2019

Dia Internacional da Mulher 2019

Oito de Março, o Dia Internacional da Mulher, está chegando! E junto com ele, uma série de eventos imperdíveis.


Nós do Bate-papo com Netuno separamos alguns eventos em diversas partes do Brasil. E na sua cidade? Haverá algum evento? Compartilhe com a gente!

Angra dos Reis – RJ

Na Vila Histórica de Mambucaba será realizada o evento “Mar de rosas: as mulheres e os oceanos”, onde ocorrerá uma homenagem às mulheres que têm suas vidas ligadas ao mar (Dia: 09/03 às 13 horas – gratuito; informações (24) 988331608).

Florianópolis - SC

Pré 8M Na UFSC - roda de conversa: Mulheres na Pós - graduação: diversidade, resistência e luta (Informações: https://www.facebook.com/events/562590827563911/).

Rio de Janeiro – RJ

Mulheres do Amanhã: Uma semana de atividades no Museu do Amanhã, incluindo um dia só sobre Mulheres na Ciência. (Informações: https://museudoamanha.org.br/pt-br/semana-das-mulheres-do-museu-do-amanha-mulheres-do-amanha).

São Paulo - SP

Entre os dias 11 e 15 de março, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas realiza a Semana da Mulher IPT 2019: Construindo a Igualdade de Gênero. Além de apresentações de documentários e atrações artísticas e culturais, a programação reúne convidadas de diferentes campos do conhecimento, promovendo uma reflexão sobre a condição da mulher no mundo contemporâneo. O evento é gratuito e aberto ao público. 
Informações: http://uspmulheres.usp.br/semana-da-mulher-ipt-2019-construindo-igualdade-de-genero/


Greve Internacional de Mulheres
Mulheres do Brasil e do mundo participarão da Greve Internacional de Mulheres. A greve ocorrerá em 8 de Março. Nas ruas, as mulheres lutarão contra o machismo, a desigualdade de gênero, os feminicídios e os projetos que atacam seus direitos.

Aracaju (SE): https://bit.ly/2TnMevN
Belém (PA): https://bit.ly/2VIWXxE
Belo Horizonte (MG): https://bit.ly/2Inq1sB
Campinas (SP): https://bit.ly/2CpidAt
Caxias do Sul (RS): https://bit.ly/2HgNaL3
Curitiba (PR): https://bit.ly/2BNne63
Distrito Federal: https://bit.ly/2HkMUdR
Florianópolis (SC): https://bit.ly/2NNmliP
Itajaí (SC): https://bit.ly/2EG2E8B
Itapetininga (SP): https://bit.ly/2TkUPzm
Juiz de Fora (MG): https://bit.ly/2EC2Zci
Londrina (PR): https://bit.ly/2HdZUCi
Macapá (AP): https://bit.ly/2NxhO46
Manaus (AM): https://bit.ly/2XQ3dFE
Marabá (PA): https://bit.ly/2Tzhjf8
Natal (RN): https://bit.ly/2EJXska
Passo Fundo (RS): https://bit.ly/2TxjS1d
Petrópolis (RJ): https://bit.ly/2VLgCgn
Porto Alegre (RS): https://bit.ly/2tShL9I
Recife (PE): https://bit.ly/2SJP5d7
Ribeirão Preto (SP): https://bit.ly/2HhdcxP
Rio de Janeiro (RJ): https://bit.ly/2HiDLmf
Rio Grande (RS): https://bit.ly/2TyC4rb
Roraima (RO): https://bit.ly/2UnHtyL
Salvador (BA): https://bit.ly/2ERAGbh
Santa Maria (RS): https://bit.ly/2H61BlZ
São José dos Campos (SP): https://bit.ly/2ERGz8i
São Leopoldo (RS): https://bit.ly/2XJa3wk
São Paulo (SP): https://bit.ly/2C6UVjt
Uberlândia (MG): https://bit.ly/2H5gG7s
Vitória (ES): https://bit.ly/2EUq7nX

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Mulheres cientistas, ousem andar unidas!

Por Catarina Marcolin

Sou cientista, professora, mãe, mulher parda (meu pai era italiano, minha mãe uma mistura de portugueses, índios e negros), minha pele é clara; não sou de família rica nem pobre e educação foi um dos nossos privilégios. Quando li o e-mail que me dizia que fui selecionada para o curso do British Council e do festival WOW - Women of the World (Mulheres do Mundo), tinha acabado de chegar em casa para substituir minha babá nos cuidados da minha filha, dei pulinhos e gritinhos de alegria. Minha menina riu comigo. Mesmo sem entender palavras, ela captou perfeitamente minha emoção.

Chegar no Rio de Janeiro e conhecer tantas mulheres incríveis nos primeiros dias de nossa capacitação em divulgação científica tem sido muito energizante. É tanta energia que tenho despertado bem mais cedo que meu alarme todas as manhãs, algo que nunca me havia acontecido antes, mas é o despertar da ignorância que mais me impressiona.


Primeiro dia do curso, o amor já estava ali.

Sempre me achei empoderada e autoconfiante, especialmente com minhas habilidades intelectuais. Mas quando nos contaram que as 15 cientistas/divulgadoras que vieram para o curso foram selecionadas entre 236 aplicações, tive mixed feelings. Ao mesmo tempo em que estava orgulhosa, buscava mentalmente por justificativas sobre o resultado: “Deve ter sido porque sou baiana, nessa busca por um recorte geográfico, minha concorrência deve ter sido menor...”. WOW! Notem que este não é um wow de surpresa, é um “p* que pariu”, pois outros exemplos continuaram pipocando em meus pensamentos sobre momentos da vida em que encontrei outras razões, que não o meu próprio mérito, para justificar minhas conquistas. A realidade sobre como a construção social molda nossas aspirações, nossas expectativas sobre a vida, bateu na minha cara. E era só o primeiro dia.

E mais e mais “fichas” vão caindo. A força e a luta das mulheres negras, representadas desde o “corpo tela” da Zaika Santos até a língua afiadíssima e os projetos de empoderamento de meninas da Zélia Ludwig, me inspirou admirações e reflexões profundas. Me dei conta de como em três anos trabalhando com divulgação científica e discutindo questões de gênero na oceanografia, o blog do qual faço parte nunca teve a contribuição de uma mulher preta. Em quatro anos de doutorado na área de oceanografia, me lembro de ter conhecido uma única mulher preta. Estou decidida a reencontrá-la, a encontrar essas mulheres, porque tenho certeza que elas existem.

Zélia Ludwig. Foto: Catarina Marcolin.

O aumento da representatividade da mulher, seja ela mulher preta, indígena e/ou deficiente (sim, eu também aprendi o que é interseccionalidade) é uma pauta urgente, pela qual me sinto agora compelida a contribuir. Inspirada pelas palavras da renomada Reni Eddo-Lodge, vou me educar. Tomo cada vez mais consciência sobre minha própria identidade, sobre o privilégio de não ser preta (afinal de contas, não sou discriminada pela cor da minha pele), e não consigo parar de pensar sobre o próximo passo. Sobre minha responsabilidade em combater não apenas o machismo, como a propagação do racismo. Afinal de contas, Jude Kelly nos lembra que a luta por igualdade de gênero e de raça não é uma luta por direitos iguais. É uma luta entre a estupidez e a sabedoria. E esse festival está me deixando menos estúpida.

Reconhecer que precisamos discutir as relações de poder em nossa sociedade, não apenas nos educa como valida nossos sentimentos, não é mimimi. Muito sabiamente a incrível Samia, cordelista de apenas oito anos nos alertou já na cerimônia de abertura: “com autoestima baixa, toda a vida perde a lógica”. Além de encher nossos corações de esperança, ela nos mostrou que essa nova geração é poderosa. Mas não podemos deixar para as novas gerações o que podemos fazer agora. Afinal de contas, são “as ações de hoje que produzem nosso amanhã”, como nos lembra a todo momento esse lindo Museu que nos acolheu todos esses dias.

Um dos nossos grandes desafios será deixar de falar apenas para os “convertidos”, quebrando os filtros bolha Facebookianos e partir para ação. Pois aprendi que o ativismo online não será suficiente para mudar nossa realidade. Seguindo a técnica da nossa querida Timandra, espero conseguir “roubar” a habilidade de escuta da nossa colega jornalista, a Renata Fontanetto (@renata_fontanetto). Pois é apenas pela escuta, com um olhar empático que conseguiremos dialogar. Se isso fizer ferver nossas entranhas ou pulsar nossa jugular, não se preocupe querida @moleculoide, Jude e Reni nos dão dicas sobre como dialogar sem perder o controle, sem que isso nos cause úlceras ou nos deixe exaustas.

Eu já sabia admirar mulheres incríveis, mas minha curiosidade agora permeia outras nuances. Nunca mais deixarei de me perguntar como uma mulher conseguiu mudar também a realidade de outras mulheres. Nunca mais deixarei de me perguntar sobre como eu posso mudar a realidade de outras mulheres.


Mariéme Jamme e Joana D'Arc Souza, só inspiração! Foto: Catarina Marcolin.

Não tenho dúvidas de que a maior conquista deste festival foi permitir que capturássemos umas as outras e espero profundamente que essa rede tenha nós bem unidos e que não nos deixemos escapar. Que sigamos trabalhando juntas para que outras mulheres sintam que podem ser mais do que apenas esforçadas, nós somos geniais, nós somos brilhantes, a gente é f*!

Para saber mais sobre mulheres incríveis, continue acompanhando nosso blog.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Nunca é tarde para florescer!



Ilustração: Caia Colla 

Nasci em novembro de 1940, primeira metade do século 20, filha de imigrantes portugueses que vieram para a zona rural e depois migraram para São Paulo em busca de emprego.
São Paulo estava no auge da industrialização, principalmente no que diz respeito à indústria têxtil. As famílias portuguesas eram extremamente patriarcais e, em sua maioria, de baixa renda, vivendo em casas onde abrigavam vários membros de uma mesma família. Na grande maioria dessas famílias, os filhos, quando muito, faziam curso primário e depois iam para o mercado de trabalho. Não foi diferente comigo, pois estudar, segundo o conceito geral, era só para ricos, para o meu desespero, já que sonhava com coisas grandes. Porém, minha trajetória mudou quando conheci pessoas que me ajudaram e consegui entrar no curso ginasial já com 17 anos e em seguida fui para o científico. Toda essa trajetória teve  muitos problemas por conta da grande resistência familiar. Uma formação muito rara para a época. As mulheres bem nascidas faziam escola normal e iam ser professoras primárias, as mau nascidas na maioria dos casos não terminavam o primário.
Com 19 anos comecei a trabalhar como funcionária na Faculdade de Saúde Pública da USP. Depois de fazer um estágio de mais ou menos um ano, consegui ser contratada ocupando o cargo de técnico de laboratório, colaborando com as aulas práticas de bacteriologia e auxílio à pesquisa (1960 a 1968 ).
Com 26 anos me casei. Era a rotina de todas as mulheres da época e também, é lógico, era comum se casar com maridos autoritários e repressores. Eu, como toda mulher da época, fazia o que o marido mandasse, e deixei meu trabalho para ser dona de casa por 20 anos. Tive três filhos que me ensinaram muita coisa e me deram mais força ainda para reverter essa história que não aceitava desde criança. Queria mudança.
Levei essa vida como pude, mas sempre com a ideia de algum dia dar uma girada de 360°.
Entre 1980 e 1985 morei no Estado de Goiás, passando por três cidades Niquelândia, Uruaçu e Goiânia. No início de 1986 voltei para São Paulo determinada a voltar ao mercado de trabalho, e entrei em contato com pessoas que foram meus contemporâneos na Saúde Pública. Em setembro de 1987, então com 47 anos, eu estava de volta, praticamente, ao meu primeiro emprego em um outro tempo e espaço físico diferente. Até o nome havia mudado, e a instituição agora se chamava Instituto de Ciências Biomédicas da USP (São Paulo), fazendo basicamente o que fazia em 1960, me envolvendo com a didática e pesquisa e sempre muito feliz com meu trabalho. Ufa! estava mudando minha história.
Bem, no segundo semestre de 1989 eu arrisquei e prestei vestibular no Mackenzie, em busca do meu segundo sonho: ser química ou matemática. Bem, como a química tinha mais a ver com o que eu fazia, foi nela que foquei. E consegui! Meu nome saiu na terceira lista, foi inacreditável! Comemorei com muito vinho!
Aos 49 anos, segunda metade do século 20, estava eu na sala de aula de uma universidade e levei bem, fui até o fim, trabalhando durante o dia e estudando à noite (anos dourados), me senti como se tivesse a mesma idade da galera e o interessante é que eles me tratavam assim.
Meu outro desafio, mas esse nunca foi meu sonho, foi o mestrado. Fui praticamente empurrada para ele pela Profa. Vivian  Pellizari, agora docente do Instituto Oceanográfico da USP, com quem trabalho até o momento.
Meu mestrado foi no programa de Biotecnologia Interunidades e o tema foi com saneamento básico estudando a presença de Oocistos (uma fase intermediária no ciclo de vida de protozoários) de Criptosporidim em mananciais e água tratada.
Tudo parecia já realizado quando o inesperado aconteceu: “ANTÁRTICA”!!!!!
Em 1998/99 recebi o maior prêmio da minha vida, fui para Antártica, com o projeto de pesquisa coordenado pela Profa. Rosalinda Montone (IOUSP) do qual também fazia parte a profa. Vivian Pellizari, então docente no ICB-USP. E veja bem, fui porque na última hora a pessoa indicada não pôde ir.  Permaneci na estação durante 3 meses. Fiz coleta de solo e água e processamento das amostra como parte do monitoramento da Baía do Almirantado, local onde fica a Estação Científica Brasileira Comandante Ferraz. Como se uma vez não fosse um sonho, ainda fui mais duas vezes: em 2000/2001, durante dois meses e em 2004 durante um mês.
Com 77 anos estou no IOUSP há sete e me sinto com 30 anos no meio de toda essa energia da juventude! Faço tudo que posso para ver essa gente crescer, acreditar na vida e acreditar que tem muito mais além do que podemos enxergar, pois podemos sentir também.  Concluindo, o que mais eu poderia querer?!
Obrigada às pessoas que fizeram parte da minha história de vida, que muito me enriqueceram a ponto de conseguir escrever esse texto.


Rosa com a profa. Vivian e os alunos do LECOM IO-USP.


 
Rosa com a profa. Vivian Pellizari e alunas do 
LECOM IO-USP no dia da Mulher em 2017.




Hoje em dia a Rosa, ou Rosinha como é carinhosamente chamada, está aposentada pelo ICB, depto de Microbiologia, mas trabalha no Laboratório de Ecologia Microbiana (LECOM) do IOUSP desde 2011, a convite da Profa. Vivian Pellizari, com quem trabalha há 30 anos. Além de ser responsável pela administração e logística do LECOM e realização de aulas práticas, salva e inspira a vida de todos os alunos com sua força, dedicação e amor.


Curriculum Lattes



sábado, 16 de janeiro de 2016

Tragédias também ocorrem no paraíso

Pela Equipe editorial do Bate-papo com Netuno


Leia este post e demonstre seu apoio à bióloga que foi violentada em Noronha.

Em diversas postagens da sessão “Mulheres na Ciência” apresentamos e discutimos dificuldades enfrentadas pelas mulheres no mundo científico. Entre todas as dificuldades, focamos principalmente em violências verbais e psicológicas sofridas pelas mulheres em nossa sociedade machista (Relembre o post aqui).

Porém, não conseguimos mensurar  quão enorme foi o nosso susto ao nos depararmos com a notícia de uma bióloga de 30 anos estuprada na ilha mais paradisíaca do Brasil, Fernando de Noronha, PE (Saiba mais sobre o caso aqui).

E por que sentimos a necessidade esmagadora de abordar esse assunto aqui? Primeiro porque somos todas mulheres, segundo porque somos todas biólogas, terceiro porque já “vendemos” alguns sonhos sobre nossa profissão, através de histórias sobre mulheres que vão para ambientes inóspitos (leia mais), que embarcam sob condições nem sempre seguras (leia mais) e que lutam para achar seu espaço ao sol num ambiente de minorias (leia mais), tentando mostrar sua força e sua garra!

Quando a agressão muda de verbal e psicológica para física, o assunto fica ainda mais delicado, mais assustador... E quando se trata de uma colega de profissão, de alguém com trajetória semelhante à nossa, o assunto nos atinge como uma flechada direta no coração! Pois é assim que nós, editoras do Bate Papo com Netuno, estamos nos sentindo, como um alvo de coração partido que pode ser atingido a qualquer momento.

A bióloga citada nas reportagens estava morando em Fernando de Noronha há aproximadamente um ano, realizando o sonho de trabalhar no paraíso como prestadora de serviço do Instituto Chico Mendes. Porém, do dia para noite seu sonho é atravessado por um bandido que poderia ter colocado um ponto final em sua história. Entretanto, a vítima continua forte e tentando lutar contra o seu agressor, juntando a sociedade e clamando por justiça! Protestos estão sendo realizados em Fernando de Noronha, mulheres estão se unindo. Pedidos de combate a impunidade, de segurança e de novas denúncias estão no ar.

A mais recente notícia é de que prenderam um suspeito (veja aqui). O primeiro passo foi dado, mas ainda há um longo caminho pela frente, é preciso pedir o julgamento e que ele seja condenado. É preciso pedir que outras vítimas tenham a coragem dessa bióloga e denunciem. É preciso lutar para que nossa sociedade pare de culpar as vítimas. Comentários machistas ainda se multiplicam como do tipo: “ela aceitou carona, estava pedindo”, ou “Se o comportamento dela era indecente ela pediu” ou ainda “Será que se ele fosse um branquinho pegável, seria estupro ou fantasia na ilha do amor?” (comentários retirados do site G1, há vários outros tão chocantes quanto estes!). 

É por acreditarmos que nenhuma mulher deva passar o que essa bióloga passou e por apoiarmos a bandeira por ela levantada, que resolvemos escrever esse post. Basta! #SomosTodasMulheres #SomosTodasBiologas #SomosTodasPaulas #SomosTodasMarias #SomosTodasGiselle

Quer ajudar e não sabe como? Entre no link abaixo e peça que o tema segurança da mulher seja tratado com prioridade na audiência em que o ministério público de Pernambuco falará sobre problemas estruturais de Fernando de Noronha:


Pôr do sol no paraíso, Fernando de Noronha, PE. (Jana M. del Favero)

sábado, 29 de agosto de 2015

II Simpósio da Sociedade para Mulheres em Ciências Marinhas

Por Jana M. del Favero

No primeiro post do blog na sessão “Mulheres na Ciência” contei sobre a criação da Sociedade para Mulheres em Ciências Marinhas (Society for Women in Marine Science - SWMS) e da minha participação do primeiro simpósio organizado pela a mesma no Woods Hole Oceanographic Institution - WHOI (Não lembra do post? Clique aqui: http://batepapocomnetuno.blogspot.com.br/
2015/04/desafios-antigos-para-mulheres-atuais.html).



E como gostei muito do evento e de saber que os problemas enfrentados pelas mulheres em ciências marinhas eram discutidos também por grandes institutos internacionais não poderia deixar de divulgar a realização do II Simpósio da Sociedade para Mulheres em Ciências Marinhas, que acontecerá no dia 10 de outubro de 2015, no Massachusetts Institute of Technology - MIT, EUA. (detalhes em: http://swmsmarinescience.com/swms-fall-workshop/).

Sei que a distância dificulta a nossa participação, mas vai que alguém, por algum motivo, esteja de passagem pela região de Boston, MA, resolva participar, e depois nos contar como foi!